Sim, é a mamografia que faz a diferença!

A primeira vez em que escrevi sobre o Outubro Rosa foi em 2008, depois de ter conhecido a campanha através do blog da Sam. O tema então da campanha era o colar da vitória, com contas rosas de diferentes tamanhos que demonstravam a diferença de tamanho entre um tumor identificado através do auto-exame e um identificado em uma mamografia e lembrava que quanto menos o tumor, mais chance de cura.

Naquele primeiro post eu falava que não tinha ninguém de minha família com a doença, nem conhecia ninguém. Quatro anos depois uma de minhas amigas mais queridas está na luta contra a doença e é com orgulho que eu vejo cada uma de suas vitórias, sejam as de saúde, sejam as de cabeça.

Desde então as campanhas tem sido mais fortes no sentido de lembrar a toda mulher a importância da realização da mamografia anual para mulheres acima dos 40 anos – acima dos 30 em caso de histórico da doença na família – e do quanto a prevenção é importante para a vitória desta batalha.

Desde então eu abraço a campanha de peito aberto e compromisso sincero: sim, eu acredito que pequenos atos são importantes para grandes causas. No meio do caminho muito tenho aprendido sobre prevenção, conhecido mulheres vitoriosas, e aproveitado toda oportunidade pra falar no assunto com quem ainda não se cuida.

Porque, gente, é a mamografia sim que faz toda a diferença! A diferença entre os 95% de chance de cura do começo do colar e os 30% do centro. A mamografia que a lei garante a todas as brasileiras com mais de 40 anos.

E, já que estamos falando do assunto, aproveito para mostrar a vocês dois vídeos: o primeiro conta a história da Breast Cancer Awareness (cuja página brasileira no Facebook é essa aqui), o segundo é o vídeo da campanha deste ano que recebeu o nome de Toque de Coragem.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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