Acabando com a macumba alheia

Li lá no blog da Vivi, o Tudo a Declarar:

Acabando com a macumba alheia

Eu tinha que andar, pelo menos às vezes, olhando para o chão. Ando com a cara para cima, e com a cabeça nas nuvens.

Hoje o esperado aconteceu, cai. Mas não foi uma queda comum. Eu cai em cima de um frango, acho que era um frango, de macumba.

Foi farofa pra tudo que é lado. Se a alma imunda que deixou aquela porcaria na esquina, acha que vai conseguir algo com aquilo, enganou-se. Não sobrou nada do enfeite de esquina. E, se a minha reza for brava, como eu acredito que ela será, este ser vai ficar eunuco, caso seja homem. Se for mulher, vai ficar monoteta.

São Paulo já é uma cidade bem limpinha. Agora, além de me preocupar com os escrementos dos cachorros, tenho que tomar cuidado com as macumbas do chão.

Absolutamente nada contra a crença religiosa. Mas eles poderiam fazer suas oferendas em um macumdódromo, ou coisa que valha. Não na esquina da casa dos outros.”

Tô rindo até agora!!

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