O livro é mais que o formato
Filed under: Livros

O Bom Dia Brasil do dia 27 de Julho teve uma reportagem ressaltando o fato de que o número de livrarias no Brasil tem aumentado – thanks God – algo novo.

Ao final da reportagem, Miriam Leitão comenta de maneira muito feliz que o livro não irá acabar, como alguns gostam de dizer por aí, porque ele é mais que o formato, ele é a viagem. Veja só:

Outra reportagem recente falava sobre como os livros eletrônicos estão conquistando fãs, veja você:

Com o lançamento do novo Kindle, bem mais em conta, eu finalmente criei coragem para investir em um leitor de livros digitais. Motivo? Louca por livros em geral, algumas vezes eu deixo de carregar um comigo por ser muito grande – atualmente estou lendo um de 800 páginas e bate uma preguiça de colocá-lo na bolsa, ainda mais porque ele não cabe em qualquer bolsa.

E por que um Kindle ao invés de um iPad? Porque como leitor eu considero o mais adequado, a tela brilhosa do iPad desencoraja, e porque as demais funções do tablet eu já tenho em meu iPhone.

Simone Miletic @ 3:31 pm
Reduzir, reaproveitar, valorizar
Filed under: Filosofando andModa e Beleza

Calça da costureira, Blusa Zara, Camiseta Collins, Jaqueta C&A, Tênis All Star, Unhas Absinto Colorama

A gente fica falando de reciclagem, reutilização e reduzir. Atualmente a entonação maior é no reciclar: todo mundo fala disso o tempo todo. Às vezes eu confesso que tenho até medo de que as crianças de hoje acabem achando esse assunto chato de tanto que ele é martelado nelas em todos os lugares – a Carol hoje fez mais um passeio ecológico, foram tantos em 07 anos de vida que ela concluiu: “foi chato!”.

Ainda outro dia eu disse aqui que eu sou muito partidária do último: reduzir, o menos badalado dos três. Não sou compradora compulsiva, tenho poucas mas bem usadas roupas. Faço limpeza anual de armário e doou tudo que posso, meu, do marido, da Carol. Evito o uso do carro e valorizo as compras na vizinhança, seja de mercado, seja perfumaria, sejam roupas.

Aí eu fiquei pensando nisso quando meu chefe falou que eu estava toda chique de jaqueta de couro nova. Bom, primeiro não é couro. Hoje ele é chamado de couro ecológico, mas quando ela foi comprada não tinha essa não, era apenas coisa falsa.

A segunda coisa está diretamente relacionada com o quando: essa jaqueta tem mais de 15 anos. Foi comprada numa liquidação da C&A, umas das primeiras após a loja começar a importar muita roupa, principalmente no inverno.

Não fosse pelo punho judiado – que quase nem aparece na foto, vejam só – e pelo forro meio rasgado – preciso tomar vergonha na cara e deixá-la na costureira – ninguém diria. Eu cuido bem das minhas roupas: quando as temperaturas sobem as roupas de inverno seguem para a lavanderia, após adequadamente limpas são guardadas em separado a fim de não pegar poeira.

Um ato sustentável que vale ser lembrado: valorizar. Sejam suas roupas, sejam seus amigos, seja seu relacionamento, seja seu trabalho, seja sua cidade. Vale lembrar que são essas coisas que tornam nossa vida especial.

A cara engraçada? Então, tô num amor com meus cachos que eu vou te contar. Tenho usado a linha da Elsève para cabelos cacheados, aquela da propaganda com a Thaís Araújo, e investi no Curls Rock da Tigi (a descoberta do site BelezaNa Web mudou minha vida, preços bem simpáticos). As molinhas estão todas soltinhas e felizes. E eu também. Tô quase me inscrevendo no concurso Orgulho dos Cachos que a Elsève lançou. O que acham?

Simone Miletic @ 7:50 pm
Tem dias que não sei o que fazer comigo…
Filed under: Música andVídeo


Mas pelo menos sei o que ouvir.

Simone Miletic @ 9:11 am
WordWorld chega do Discovery Kids estimulando o aprendizado da língua inglesa
Filed under: Televisão

Carol já está há dois anos no estudo bilíngue: após aprender suas matérias no período da manhã, todo os dias ela tem uma programação especial de duas horas na língua inglesa.

São diversas atividades que vão do teatro ao futebol, passando pela culinária, que mostram o uso da língua inglesa de forma natural e sem tradução – uma maneira de incentivar o pensamento na nova língua.

Em casa consideramos importante primeiro a alfabetização na língua materna, por acreditarmos que incentiva a relação da criança com a cultura de seu país, mas assim que sentimos segurança incentivamos a aprendizagem do inglês em uma fase em que as crianças parecem esponjas de conhecimento. Não nos arrependemos: o inglês é a matérias preferida da Carol e ela fica muito orgulhosa de si ao perceber entre diálogos de TV, por exemplo, que ela consegue entender algumas partes já de ouvido.

Para quem não tem acesso ao ensino bilíngue ou ainda acha cedo fazer a imersão de seu filho em outra linguagem, o canal Discovery Kids traz a partir de hoje, nos horários de 08h30 e 19h00 de segunda a sexta, a nova série WordWorld, em que, na mesma linha da forma que a Carol vê o inglês em seu período bilíngue, as crianças poderão ter acesso a palavras e sons característicos da língua inglesa.

Wordworld é um novo mundo: nele os personagens e objetos que compõem a história são formados pelas letras dos seus respectivos nomes em inglês. Cada episódio narra as divertidas aventuras de um grupo de bichinhos formado por Duck, o pato; Sheep, a ovelha; Frog, o sapo; Pig, o porco; Ant, a formiga e Bear, o urso. Juntos, eles enfrentarão desafios e dúvidas e, para resolvê-los, utilizarão o poder das palavras: as letras vão se juntar e ganhar vida para transformarem-se nos objetos que representam, trazendo a solução para os problemas da turma.

Mais uma forma divertida de ensinar algo novo para a criançada. E, como sempre, o canal disponibiliza conteúdo exclusivo do programa em seu site, com brincadeiras e vídeos para a criançada.

Simone Miletic @ 4:48 pm
Alguém adivinha o manequim?
Filed under: Moda e Beleza

Camiseta Gregory, saia Hering, meia Lupo e sapato Uncle K

Há mais de quinze anos atrás eu me formava no colegial em tecnologia têxtil. Apesar  da vida ter me levado por outros caminhos, lembro com carinho do meu colegial entre tecidos e linhas, aprendendo sobre cores, pontos e texturas.

Já naquela época a questão da numeração em roupas brasileiras era um problema discutido e rediscutido pela indústria – além da questão da falta de padrão entre as lojas, existe a questão da falta de padrão dentro de uma mesma marca. Na época, já faz tempo heim, se falava que esta falta de padrão dificultava a exportação por parte das confecções brasileiras. Hoje, além disso, esse fator faz com que pessoas tenham medo de comprar roupa pela internet, por exemplo, por não saber o que vão encontrar.

O tempo passou, ouvimos falar sobre uma lei que estabeleceria limites de diferença para uma mesma numeração. Mas ela não vingou.

Em tempos de internet alguns sites optaram por criar no cadastro das usuárias uma tabela em que ela entre com suas medidas, o site faria a comparação com as medidas da marca e então diria o tamanho certo de roupa a ser comprada ali. Eficiente em alguns casos, em outros a tabela deixa a desejar, principalmente quando falamos de sites multimarca.

Outra coisa que não tem ajudado é a redução da tabela de medidas para atender a indústria que estabelece que o ser extremamente magro é o aceitável. Em tempos em que a indústria propaga investir em modelagem plus-size você entra em lojas em que o número 40 de hoje equivale ao 36 ou 38 de ontem. Pior, você descobre que quem usa 40 ou 42 hoje pode ser considerado plus-size por algumas marcas e agências, apesar da numeração vestir pessoas com corpo dentro da normalidade.

E por que eu estou falando tudo isso? Essa saia aí de cima foi amor a primeira vista. Eu particularmente gosto bastante algumas propostas da Hering de fazer modinha à preço acessível e com qualidade razoável. Tenho muitas e muitas camisetas da marca, assim como moletons para os dias que-eu-não-queria-sair-da-cama. Todos tamanho M, equivalente aí ao 40, 42.

Pois a saia acima é tamanha 46. Isso mesmo. Apesar de eu não ligar para o fato de usar uma saia 46, fico pensando em que sairia usando a 40… Ou como alguém um pouco maior que eu poderia comprar uma saia igual, já que a produção da marca não vai acima dessa numeração.

E pensando nos homens: meu marido, que nem engordou tanto assim desde que nos conhecemos, tem trocado constantemente suas camisetas G por camisetas GG pelo simples fato de que elas só diminuem.

Chegará o dia em que pessoas normais deixarão de comprar roupas em lojas comuns, será isso?

Simone Miletic @ 10:29 am